Carregador sem fio da Apple AirPower chega em março [rumor]

Preço do aparelho, porém, ainda continua um mistério

Embora seja um dos aparelhos mais interessantes anunciados pela Apple nos últimos tempos, a data de lançamento e o preço do carregador sem fio AirPower ainda são um grande mistério. Mas ao menos parece que uma resposta para a primeira de nossas dúvidas pode ter surgido, mostrando que sua chegada está bem mais próxima do que imaginamos.

De acordo com fontes do site Macotakara, os planos de lançamento da Apple preveem a chegada do AirPower para algum momento de março, com o aparelho estando disponível tanto em suas lojas físicas quanto em lojas como a Best Buy. Uma data específica ainda não foi revelada, mas já é muito melhor do que a previsão original para “algum momento de 2018”.

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Samsung lança app para poupar dados móveis e aprimorar privacidade

App protege a sua conexão a redes wireless desprotegida e ainda conta quais apps consomem mais dados

A Samsung lançou nesta sexta-feira (23) um novo aplicativo para quem quer aprimorar os níveis de privacidade de seu smartphone e, ao mesmo tempo, reforçar a economia de dados móveis. Chamado de Samsung Max, ele é capaz de, por exemplo, comprimir páginas a fim de gastar menos do seu plano de dados para carregar tudo e oferecer definições de segurança avançadas.

Ele comprime não apenas as páginas como um todo, mas também fotos e outros tipos de mídia que você consome enquanto utiliza a conexão móvel. Ainda no aspecto de evitar consumo excessivo do plano 3G/4G, o Samsung Max mostra quais aplicativos são os mais comilões de dados, deixando você no controle da situação.

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Bill Gates tenta adivinhar preços de itens do dia a dia (e erra quase tudo)

Bilionário e um dos homens mais ricos do mundo, o criador da Microsoft afirma que não visita um supermercado há muito tempo

Durante o programa de auditório The Ellen Show, apresentado por Ellen Degeneres, o bilionário Bill Gates participou de um quadro bastante curioso. O objetivo era bem simples: pedir que Gates tentasse adivinhar o preço de alguns produtos comuns do dia a dia de milhões de pessoas.

Os itens expostos no programa são comuns e vendidos em supermercados, como arroz ou sabão líquido, e provavelmente a esmagadora maioria das pessoas ao menos tem ideia de quanto custam. Mas não o criador da Microsoft. Como é de se imaginar, e ele fala isso no início da apresentação, ele não vai a um supermercado há anos.

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Biólogo cria flor de vidro para desvendar segredo da língua do beija-flor


Pesquisador decidiu verificar como esses animais se alimentam de néctar - e a chave está na sua língua, que se divide como a de uma cobra. Beija-flor se alimenta a cada 15 minutos BBC Brasil Os beija-flores são considerados os pássaros mais velozes do mundo. Confira o vídeo. Um estudo publicado em 2009 revelou que eles chegam a voar mais rápido do que caças. Mas isso tem um custo: esses animais precisam se alimentar a cada 15 minutos. As batidas ultrarrápidas de suas asas (até 80 vezes por segundo) lhes permitem flutuar no ar e se alimentar do néctar das flores. Mas como? Pensava-se que o néctar era sugado para o bico por "capilaridade" ou "ação capilar", propriedade física pela qual fluidos sobem ou descem em tubos muito finos. O biólogo Alejandro Rico-Guevara, da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, decidiu colocar em xeque essa teoria. Para isso, criou uma flor feita de vidro. E descobriu que a forma como os beija-flores se alimentam nada tem a ver com a "ação capilar". Na verdade, a língua de um beija-flor se agita para dentro e para fora do bico 15 vezes por segundo. Ela é dividida em duas, como a de uma cobra, e o néctar é sugado para dentro do bico. Funciona como uma espécie de bomba de sucção. No bico, a língua é comprimida e permanece assim até se expandir novamente. Quando toca o néctar, se divide ao meio num movimento rápido e suga o líquido. Ao se contrair, toma a forma de dois cilindros, cheios de néctar. Segundo Rico-Guevara, sua câmera filma mil quadros por segundo, permitindo registrar o momento em câmera lenta.

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Socorro! Vendas de smartphones caem pela primeira vez na história

Queda foi pequena, mas marca a primeira vez em que isso ocorre desde que pesquisadores começaram a registrar números dos aparelhos

Soem os alarmes: os smartphones estão perdendo a força que tinham. Ao que uma recente pesquisa feita pela Gartner indica, o último trimestre de 2017 marcou a primeira vez em que o mercado desses aparelhos não cresceu em vendas. No lugar disso, ele chegou a encolher: foram aproximadamente 408 milhões de dispositivos vendidos nesse período – 5,6% menos do que no mesmo período do ano anterior.

Os números são bastante preocupantes, considerando que a companhia vem acompanhando o crescimento do mercado de smartphones desde 2004. Além disso, o último trimestre do ano costuma ser aquele a mostrar os melhores números, visto que as várias festividades costumam dar um impulso e tanto nas vendas.

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O que se passa com o universo?


A constante de Hubble calcula a velocidade com que as galáxias se afastam Riess et al Na quinta-feira (22), a NASA anunciou o resultado de uma pesquisa que vai mexer com a ideia que temos do nosso universo. É que uma equipe de astrônomos, usando o telescópio espacial Hubble, apresentou a melhor medida da taxa de expansão do universo jamais obtida. Essa taxa, chamada de constante de Hubble, começou a ser medida pelo próprio Edwin Hubble há uns cem anos e ela expressa a velocidade em que as galáxias se afastam umas das outras. Do jeito que ela é calculada a partir de medidas precisas da velocidade de galáxias, é possível obter a idade do universo. Desde que foi proposta nesses moldes, cosmólogos observacionais procuram obter o valor da constante de Hubble justamente para saber como o universo se expande e qual sua idade. O grande problema é com a precisão das medidas das distâncias até as galáxias. Durante muito tempo, o erro nessas medidas era muito alto, levando a dois valores possíveis: e um era o dobro do outro! Alguns astrônomos acharam 50 km/s por megaparsec (uma unidade de distância equivalente a 3,2 milhões de anos luz), enquanto outros afirmavam que era 100 km/s por megaparsec. Isso dava ao universo uma idade que poderia ser de 10 bilhões de anos, mas como também poderia ser de 20 bilhões de anos. Um dos principais objetivos do Hubble (o telescópio) era melhorar a precisão das medidas da taxa de expansão para resolver essa questão de uma vez por todas. Mas como ele demorou demais para ser lançado, por vários motivos, essa questão acabou fechada por telescópios em terra mesmo e o valor ficou mais ou menos na metade da distância entre um valor e outro, tipo uns 75 km/s por megaparsec. Hoje em dia, com o uso de diferentes técnicas e diferentes marcadores de distâncias, os valores estão próximos de 70 km/s e todos concordam entre si dentro das margens de erro, que não são mais de 100%! Isso dá uma idade de 13,8 bilhões de anos para o universo. Só que parece que tem alguma coisa fora da ordem com o universo. O satélite Planck, da agência espacial europeia ESA, mediu a constante de Hubble a partir da radiação de microondas que permeia o universo. Chamada de radiação cósmica de fundo, ela é um resquício do Big Bang e compõe um retrato de como era o universo quando a idade dele era de 380 mil anos apenas. Mais ou menos nessa idade a constante de Hubble era de 67, no máximo 69, km/s por megaparsec. Até aí, tudo certo, isso é compatível com as medidas obtidas até agora através da observação de estrelas e supernovas. Mas aí vieram Adam Riess e sua equipe para melar tudo. Riess é um dos descobridores da famigerada e misteriosa energia escura que compõe uns 72% do universo e o faz acelerar misteriosamente. Por esse feito, dividiu o Nobel de física em 2011. Ele e sua equipe desenvolveram uma técnica nova para medir a distância de estrelas usadas desde os tempos de Hubble (o astrônomo) para medir a distância até as galáxias, as variáveis Cefeidas. Calibrando as relações de brilho nas Cefeidas da nossa galáxia usando o Hubble (o telescópio) de uma maneira que ninguém nunca tinha pensado na época da sua construção, Riess e sua equipe obtiveram um método de medida de distâncias muito mais preciso para as galáxias distantes. Ao obterem novas medidas de distância e velocidade, chegaram a uma constante de Hubble de 73 km/s por megaparsec. A diferença é pequena, mas seu efeito pode ser devastador. A medida do Planck (67 km/s) foi obtida de um universo com menos de 380 mil de anos de idade e a medida de Riess (73 km/s) foi obtida de um universo já mais velho, mas os dois valores não deveriam ser assim tão diferentes. Isso indica que o universo se comportou de maneira bem diferente do previsto pelas teorias durante sua infância. Alguma coisa desconhecida teria agido no sentido de acelerar o universo, numa época que a energia escura ainda não era forte o suficiente para fazer isso. E o que poderia ter feito isso? Ninguém sabe. Riess propôs a introdução de uma radiação escura, desconhecida até o momento, que incluiria até uma nova classe de neutrinos. Aí nosso universo seria constituído de energia escura, matéria escura e radiação escura e tudo sem explicação, a gente só conhece seus efeitos. Mas seria muito mais plausível pensar que a própria energia escura esteja por trás disso. Ninguém conhece suas propriedades para afirmar que ela agiu da mesma maneira durante os quase 14 bilhões de anos do universo. Pelo visto, Riess tem o dom de complicar as coisas para os resto dos astrônomos, mas por outro lado suas descobertas vão manter muita gente ocupada. Ele e sua equipe vão continuar com o projeto para ampliar o número de galáxias usadas para medir a constante de Hubble, mas eu queria mesmo é que os teóricos começassem a se mexer para explicar mais esse fato bizarro, de preferência sem enfiar mais nada escuro ou partículas exóticas e desconhecidas para costurar a teoria. Mas enfim, o universo não precisa fazer sentido para nós então é melhor se conformar que as coisas podem ser esquisitas mesmo...

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O que se passa com o universo?


  Na quinta-feira (22), a NASA anunciou o resultado de uma pesquisa que vai mexer com a ideia que temos do nosso universo. É que uma equipe de astrônomos, usando o telescópio espacial Hubble, apresentou a melhor medida da taxa de expansão do universo jamais obtida. Essa taxa, chamada de constante de Hubble, começou a ser medida pelo próprio Edwin Hubble há uns cem anos e ela expressa a velocidade em que as galáxias se afastam umas das outras. Do jeito que ela é calculada a partir de medidas precisas da velocidade de galáxias, é possível obter a idade do universo.   Desde que foi proposta nesses moldes, cosmólogos observacionais procuram obter o valor da constante de Hubble justamente para saber como o universo se expande e qual sua idade. O grande problema é com a precisão das medidas das distâncias até as galáxias. Durante muito tempo, o erro nessas medidas era muito alto, levando a dois valores possíveis: e um era o dobro do outro! Alguns astrônomos acharam 50 km/s por megaparsec (uma unidade de distância equivalente a 3,2 milhões de anos luz), enquanto outros afirmavam que era 100 km/s por megaparsec. Isso dava ao universo uma idade que poderia ser de 10 bilhões de anos, mas como também poderia ser de 20 bilhões de anos.   Um dos principais objetivos do Hubble (o telescópio) era melhorar a precisão das medidas da taxa de expansão para resolver essa questão de uma vez por todas. Mas como ele demorou demais para ser lançado, por vários motivos, essa questão acabou fechada por telescópios em terra mesmo e o valor ficou mais ou menos na metade da distância entre um valor e outro, tipo uns 75 km/s por megaparsec. Hoje em dia, com o uso de diferentes técnicas e diferentes marcadores de distâncias, os valores estão próximos de 70 km/s e todos concordam entre si dentro das margens de erro, que não são mais de 100%! Isso dá uma idade de 13,8 bilhões de anos para o universo.   Só que parece que tem alguma coisa fora da ordem com o universo.   O satélite Planck, da agência espacial europeia ESA, mediu a constante de Hubble a partir da radiação de microondas que permeia o universo. Chamada de radiação cósmica de fundo, ela é um resquício do Big Bang e compõe um retrato de como era o universo quando a idade dele era de 380 mil anos apenas. Mais ou menos nessa idade a constante de Hubble era de 67, no máximo 69, km/s por megaparsec. Até aí, tudo certo, isso é compatível com as medidas obtidas até agora através da observação de estrelas e supernovas.   Mas aí vieram Adam Riess e sua equipe para melar tudo.   Riess é um dos descobridores da famigerada e misteriosa energia escura que compõe uns 72% do universo e o faz acelerar misteriosamente. Por esse feito, dividiu o Nobel de física em 2011. Ele e sua equipe desenvolveram uma técnica nova para medir a distância de estrelas usadas desde os tempos de Hubble (o astrônomo) para medir a distância até as galáxias, as variáveis Cefeidas. Calibrando as relações de brilho nas Cefeidas da nossa galáxia usando o Hubble (o telescópio) de uma maneira que ninguém nunca tinha pensado na época da sua construção, Riess e sua equipe obtiveram um método de medida de distâncias muito mais preciso para as galáxias distantes. Ao obterem novas medidas de distância e velocidade, chegaram a uma constante de Hubble de 73 km/s por megaparsec.   A diferença é pequena, mas seu efeito pode ser devastador.   A medida do Planck (67 km/s) foi obtida de um universo com menos de 380 mil de anos de idade e a medida de Riess (73 km/s) foi obtida de um universo já mais velho, mas os dois valores não deveriam ser assim tão diferentes. Isso indica que o universo se comportou de maneira bem diferente do previsto pelas teorias durante sua infância. Alguma coisa desconhecida teria agido no sentido de acelerar o universo, numa época que a energia escura ainda não era forte o suficiente para fazer isso.   E o que poderia ter feito isso?   Ninguém sabe. Riess propôs a introdução de uma radiação escura, desconhecida até o momento, que incluiria até uma nova classe de neutrinos. Aí nosso universo seria constituído de energia escura, matéria escura e radiação escura e tudo sem explicação, a gente só conhece seus efeitos. Mas seria muito mais plausível pensar que a própria energia escura esteja por trás disso. Ninguém conhece suas propriedades para afirmar que ela agiu da mesma maneira durante os quase 14 bilhões de anos do universo.   Pelo visto, Riess tem o dom de complicar as coisas para os resto dos astrônomos, mas por outro lado suas descobertas vão manter muita gente ocupada. Ele e sua equipe vão continuar com o projeto para ampliar o número de galáxias usadas para medir a constante de Hubble, mas eu queria mesmo é que os teóricos começassem a se mexer para explicar mais esse fato bizarro, de preferência sem enfiar mais nada escuro ou partículas exóticas e desconhecidas para costurar a teoria. Mas enfim, o universo não precisa fazer sentido para nós então é melhor se conformar que as coisas podem ser esquisitas mesmo...   Crédito da imagem: Riess et al

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BB terá atendimento pelo WhatsApp ainda em 2018, diz diretor do banco


Banco anunciou início de transações bancárias pelo Facebook e adiantou que parceria vai se estender ao aplicativo de mensagens. Agência do Banco do Brasil. REUTERS/Pilar Olivares O Banco do Brasil terá alguma forma de atendimento ao cliente via WhatsApp ainda no primeiro semestre de 2018, afirmou um executivo da instituição financeira nesta quinta-feira (22). O aplicativo é o serviço de bate-papo mais popular no Brasil e um dos serviços conectados mais usados em smartphones. “[A parceria] vai sair muito rápido. Eu estou falando que provavelmente ainda no primeiro semestre vai ter alguma coisa com o WhatsApp", afirmou o diretor de novos negócios Marcos Antônio Ascoli Mastroeni. O executivo adiantou a novidade durante o evento em que o banco anunciou uma parceria com o Facebook, dono do WhatsApp. O BB permitirá que seus clientes façam transações bancárias pelo Messenger, outro serviço de bate-papo da rede social. Inteligência artificial Ainda em fase de testes, o serviço será liberado em breve. Com ele, será possível consultar o extrato da conta corrente ou checar a fatura do cartão de crédito sem abrir o aplicativo ou o site do banco. Bastará enviar algumas mensagens para o robô do Banco do Brasil dentro do Messenger. A interface por trás dessa aplicação é o Watson, da IBM. O sistema de inteligência cognitiva é responsável por entender o pedido escrito pelo cliente no app do Facebook, de modo que o banco entenda que tipo de informação deve mostrar. “O banco não quer ser um entrave. Antes, quando você pensava em consultar seu banco, tinha aquilo de, 'preciso passar na minha agência'. Hoje, você acha um absurdo passar na agência para algumas coisas. Pode ser que daqui a cinco anos você fale, 'não acredito que eu abria o app para fazer isso’.”, explicou Mastroeni. O relacionamento do Watson começou em fevereiro do ano passado, quando a plataforma passou a ser a interface de atendimento via chat do site do BB. Em agosto, passou a falar com clientes pelo Messenger, mas até agora só tirava dúvidas sobre serviços. Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, apresenta ferramenta do BB que permite transações bancárias pelo Facebook. Helton Gomes / G1 'WhatsApp for Tudo' “O que a gente está fazendo é que ela [a plataforma] possa ser utilizada no LinkedIn, no Google e em qualquer outra rede social, em qualquer ambiente em que você esteja possa interagir com o banco”, afirmou Mastroeni. Ele explicou que o serviço do Google que pode ser integrado ao BB é o Allo. Quando perguntado se a modalidade do WhatsApp a ser usada pelo BB seria a “for Business”, lançada em janeiro deste ano, o executivo brincou e disse que usaria a “for tudo”. “O uso do WhatsApp é muito, muito aberto.” O executivo indicou que a integração entre BB e WhatsApp não deve ser para fazer transações bancárias, como a anunciada para o Messenger. “O WhatsApp corporativo é uma solução que provavelmente você já de cara vai utilizar para falar com seu gerente em um ambiente seguro.” “Hoje, a gente tem uma solução de chat entre o cliente e gerente de conta, que é feito internamente dentro do app [do Banco do Brasil]. Só que toda hora que você precisa falar com seu gerente, tem de se logar. É um inconveniente cada vez que você escrever ter de colocar sua senha.”

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1 chance em 10 milhões: astrônomo amador fotografa supernova sem querer

O cara estava apenas testando uma câmera nova

Você curte astronomia? Sim? Então, você certamente sabe o que é uma supernova— nome dado à imensa explosão que marca a morte de estrelas massivas —, certo? Pois, apesar de elas estarem entre os eventos cósmicos mais impressionantes do Universo, como é praticamente impossível prever o momento exato em que uma estrela vai bater as botas, os cientistas geralmente acompanham as supernovas depois que a coisa toda já se encontra em andamento há algum tempo.

No entanto, você acredita que um astrônomo amador argentino chamado Victor Buso conseguiu fotografar o exato momento em que uma dessas explosões estelares teve início — e totalmente sem querer? A proeza aconteceu na madrugada do dia 20 de setembro de 2016, enquanto o hermano testava uma nova câmera que ele havia comprado para o seu telescópio.

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“Conspiração” sobre vítima do tiroteio da Flórida chega à capa do YouTube

Vídeo tenta descreditar estudante que sobreviveu ao tiroteio dizendo que ele seria um “ator”

De acordo com informações do Motherboard, um vídeo polêmico e sensacionalista chegou à capa do YouTube basicamente criando uma teoria da conspiração acerca de um estudante que sobreviveu ao mais recente tiroteio em uma escola norte-americana, desta vez na Flórida. O clipe tentava descreditar entrevistas que a vítima deu à imprensa dos EUA sobre a situação na escola que foi atingida pelo criminoso, que matou 17 adolescentes e feriu vários outros.

O vídeo ficou várias horas na tela “Em alta” do YouTube nos EUA afirmando que o estudante que deu seu depoimento na TV era um ator, que estava ali apenas para moldar a opinião pública a respeito do controle de armas nos EUA. Só pelo fato de o jovem ter morado em outro lugar em determinado momento de sua vida, o vídeo diz que sua história é completamente mentirosa. Por lá, é relativamente fácil comprar basicamente qualquer tipo de arma, o que é apontado como um dos fatores que facilita a ocorrência de tiroteios trágicos em escolas.

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