Reddit diz que conteúdos ofensivos não violam as regras da rede social

Questionado por um usuário da própria rede social, Steve Huffman, CEO do Reddit responde de maneira negativa a respeito de suas políticas sobre conteúdos ofensivos

Reddit é conhecido por permitir a “liberdade de expressão” em sua plataforma, dando a seus usuários espaço para que façam desde publicações de coisinhas fofas até comentários ofensivos. Embora a rede social realize limpezas periódicas na plataforma, banindo diversas contas que violavam suas diretrizes de participação, essa será uma guerra que está longe de ter um fim.

Recentemente, um usuário questionou Steve Huffman, CEO do Reddit, na própria rede social, quanto à aceitação de discursos de ódio baseados em raça e religião ser contra as regras da plataforma. A resposta inicial do CEO foi breve e direta: "Não é.", dando a entender que comentários ofensivos não violam as políticas do Reddit. Huffman explicou que a rede social consegue distinguir comportamentos e crenças, tendo em vista que sempre haverá pessoas com crenças diferentes umas das outras, mesmo que de forma extrema.

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Da contaminação ao tratamento, o papel da desigualdade no atual surto de febre amarela no país


Febre amarela do tipo silvestre, como a que já matou mais de 330 pessoas entre 2017 e 2018 no país, evidencia vulnerabilidade de áreas rurais no Brasil. Febre amarela do tipo silvestre torna mais vulneráveis populações que vivem e trabalham na mata Reprodução/TV TEM Ao se despedir do verão, época mais propícia para a expansão da febre amarela, o Brasil começa a fazer um balanço de como a doença se manifestou na população nos últimos meses. Segundo o mais recente boletim do Ministério da Saúde, de julho de 2017 ao início de abril de 2018 foram confirmados 1.127 casos de febre amarela no país, incluindo 331 óbitos. O Sudeste concentra a maioria dos registros (Minas Gerais com 43% dos casos; São Paulo 40%; e Rio 17%). No mesmo período entre 2016 e 2017, foram 712 casos e 228 óbitos. Desta vez, os governos observaram uma expansão da circulação do vírus da febre amarela para regiões metropolitanas. Essa seria a causa do aumento no número de casos, segundo o ministério. Se no período passado a febre amarela circulou por áreas ocupadas por 11,2 milhões de pessoas, no atual, atingiu 35,9 milhões de pessoas. Mas, segundo especialistas consultados pela BBC Brasil, a população rural continua sendo a mais vulnerável à doença. Isso porque a febre amarela vista hoje no país é do tipo silvestre – ou seja, seu vírus é transmitido por mosquitos que vivem em ambientes de mata, dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, as infecções que têm sido registradas ocorrem após a exposição a áreas de floresta, como parques. Desde 1942, o Brasil não tem casos de febre amarela urbana, quando o vetor é o mosquito Aedes aegypti - também transmissor da dengue, chikungunya e zika. Para o Ministério da Saúde, a probabilidade da transmissão urbana da doença no Brasil é "baixíssima". Assim, o impacto da febre amarela em áreas rurais passa a despertar a atenção de pesquisadores para outro aspecto: o efeito da desigualdade sobre surtos recentes da doença, já que essas regiões apresentam indicadores socioeconômicos mais precários e distantes dos radares das autoridades de saúde do país - recebendo bem menos atenção em prevenção e tratamento do que os grandes centros urbanos. Segundo pesquisadora, regiões como o Noroeste mineiro, uma das mais afetadas pela febre amarela, teve baixa cobertura vacinal em comparação com áreas sem casos da doença Reprodução/EPTV "A grande maioria das vítimas é de agricultores pobres", resume Paulo Buss, sanitarista e diretor do Centro de Relações Internacionais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Não há dados oficiais que detalhem a situação socioeconômica das vítimas da doença, mas fatores como menor renda e dificuldade no acesso à saúde no campo revelam o papel da desigualdade neste cenário. Confira alguns destes fatores. 1. Rural versus urbano Buss destaca que a exposição à febre amarela frequentemente está ligada ao trabalho em áreas de mata e com rendimento inferior à média nacional, como o extrativismo. "Existe uma clara influência do local de moradia e da ocupação na manifestação dessa enfermidade. Isso não acontece só com a febre amarela, mas também com a malária e outras doenças infecciosas", diz o sanitarista. Outro dado que denuncia o papel da atividade econômica na vitimização pela doença é sua prevalência em homens: segundo o Ministério da Saúde, entre os casos suspeitos registrados desde julho de 2017, 17% foram em mulheres e 83% em homens. Para especialistas, essa diferença vem justamente do contato mais frequente de homens com a mata para fins de trabalho. De fato, indicadores de renda, além de escolaridade e de expectativa de vida, dividem o Brasil rural do urbano. Foi isso que mostrou um estudo conjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e da Fundação João Pinheiro (FJP). Segundo essa pesquisa, considerando dados para 2010, a renda per capita da população urbana é quase três vezes maior do que a da população rural (R$ 882 e R$ 312, respectivamente); na escolaridade, 60% da população urbana com mais de 18 anos concluiu o ensino fundamental, contra 26,5% da população rural; a esperança de vida ao nascer, na cidade, é de 74,5 anos, enquanto no campo é de 71,5 anos. Em 2017, um estudo da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-DAPP), por sua vez, mostrou que o Noroeste mineiro, com alto número de óbitos por febre amarela na época e baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), teve níveis baixos de cobertura vacinal contra a doença e de orçamento para lidar com crises epidemiológicas. Isso mesmo na comparação com cidades mineiras sem diagnóstico da doença. "Ao cruzar esses dados, a intenção foi considerar a relação entre a desigualdade e o não privilegiamento de ações públicas de saúde. Em Minas Gerais, no ano passado, vimos a priorização da vacinação nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Juiz de Fora e Uberlândia, por exemplo", aponta Danielle Sanches, pesquisadora da FGV-DAPP. "Também em outros Estados, como no Rio e em São Paulo, vimos a escolha por vacinar mais nas regiões metropolitanas. É importante vacinar nesses locais pela concentração populacional, mas é preciso uma conscientização diante da corrida indiscriminada aos postos. A população alvo da imunização contra a febre amarela são os moradores de áreas rurais". Para a pesquisadora, uma explicação para tais decisões dos governos está no poder de pressão dos moradores de áreas urbanas - e da imprensa, concentrada nessas áreas. 2. Acesso à saúde fora dos grandes centros O estudo da FGV-DAPP mostrou também que os municípios com baixo IDHM no noroeste de Minas não contavam em seu quadro com infectologistas - especialistas médicos cruciais no diagnóstico e tratamento da febre amarela. "Sobretudo no acesso à saúde, as desigualdades entre as áreas urbanas e rurais se manifestam", diz Sanches. O acesso à saúde fora dos grandes centros marca há décadas os debates sobre as deficiências do atendimento médico no Brasil. Para Carolina Batista, diretora médica para América Latina da Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi, na sigla em inglês), essas dificuldades não se limitam ao enfrentamento de longas distâncias. "Pessoas que vivem em zonas rurais têm um acesso muito inferior a serviços especializados e de referência, a ferramentas de diagnósticos, medicamentos específicos, entre outros. Em comparação às áreas metropolitanas, isso é extremamente desigual. Mas, ao mesmo tempo que isso impõe um grande desafio, demonstra a enorme pluralidade que temos no nosso país, o que exige pensar o sistema de saúde de forma inovadora", aponta a médica. "No caso da febre amarela, populações rurais são afetadas duplamente. Uma primeira carga vem da própria exposição a vetores de uma doença potencialmente grave como a febre amarela; e uma segunda, do acesso limitado à saúde". Para o sanitarista Paulo Buss, os efeitos da desigualdade na febre amarela se tornam mais evidentes após a contaminação. "Na prevenção, por meio da vacina, excepcionalmente se mitiga a desigualdade no pegar a febre amarela. Mas, depois que se adquire a febre amarela, a letalidade é dependente dos recursos tecnológicos disponíveis, como materiais para hidratação, equipamentos para lidar com um choque hemorrágico e uma UTI. Uma vez adquirida a enfermidade, a desigualdade se torna muito expressiva", diz Buss. 3. Ocupação desordenada Condições precárias de acesso à moradia também podem contribuir com a exposição à febre amarela na medida em que a ocupação desordenada da terra acaba avançando sobre as florestas. "A entrada na franja das florestas, sem um planejamento, acaba expondo a população às áreas de circulação do vírus por meio do mosquito que transmite a febre amarela silvestre. Isso significa uma penetração em ecossistemas aos quais a população humana não está acostumada, em um contexto de mudanças climáticas", diz Buss. Para os especialistas, é justamente essta tendência de ocupação que explica o avanço das fronteiras de circulação da febre amarela. Há uma década, a febre amarela era considerada endêmica (com incidência constante em determinado agrupamento ou região) apenas na região amazônica, o que fazia dali uma área com recomendação permanente para a vacinação. A partir de 2015, observou-se uma expansão da doença para o Centro-Oeste e, posteriormente, para o Sudeste. Hoje, o Ministério da Saúde considera mais vulneráveis as populações de áreas recém-afetadas pelo vírus e que vêm recebendo a chamada vacinação de bloqueio. Mas, justamente pelo avanço da doença, a pasta definiu que, até 2019, todo o país terá recomendação para a vacina. Buss explica que, diferente de outras doenças infecciosas, hoje a febre amarela não tem na falta de acesso ao saneamento um fator importante para sua expansão. "Doenças como a dengue deixam mais vulneráveis populações sem água encanada ou recolhimento regular de lixo, por exemplo. A falta de saneamento facilita a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Mas, como a febre amarela no país hoje é a silvestre, não se estabelece uma relação direta com o saneamento", afirma o sanitarista. 4. Doença negligenciada "Doenças negligenciadas" são aquelas que, apesar de prejudicarem milhões de pessoas pelo mundo, possuem investimentos reduzidos em pesquisas, produção de medicamentos e vacinas - pelo pouco interesse que despertam na indústria farmacêutica. Elas costumam ser endêmicas em populações de baixa renda, sobretudo na África, Ásia e América Latina - são doenças negligenciadas de populações negligenciadas, e que muitas vezes foram erradicadas ou controladas em países desenvolvidos. A própria OMS reconhece que a ocorrência dessas doenças "está ligada a uma associação de várias determinantes sociais e em parte porque essas populações não estão em posição de atrair a atenção de tomadores de decisão para os seus problemas e atrair recursos" (no estudo Doenças tropicais negligenciadas: igualdade e determinantes sociais, de Jens Aagaard-Hansen e Claire Lise Chaignat). A Organização Mundial da Saúde (OMS) lista 20 doenças negligenciadas, entre elas dengue, doença de Chagas, esquistossomose, hanseníase, malária, tuberculose e doença do sono. A febre amarela não está na lista da OMS, mas, segundo Carolina Batista, do DNDi, o conceito é dinâmico e está em constante reavaliação. Para ela, a febre amarela tem todas as características de uma doença negligenciada. Entre elas, está o fato de ser uma doença tropical e infecciosa. Segundo Batista, apesar de ter uma vacina de comprovada excelência - produzida pela Fiocruz -, esta não passou por inovações recentes. Também não há um protocolo de tratamento específico para a febre amarela. "O arsenal terapêutico para o tratamento da febre amarela é limitado. A abordagem é pelo controle dos sintomas e limitação de complicações, como as que podem vir a afetar o fígado", aponta a médica.

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Está bêbado!? Tatuagem temporária rastreia seus níveis de álcool

O biossensor é capaz de fornecer resultados em apenas 8 minutos

Existem diversas tecnologias envolvendo o monitoramento do nível de álcool, desde um wearable que analisa as substâncias que são ingeridas, sistema para carros até um bafômetro para smartphone. Agora é a vez de uma tatuagem! Isso mesmo, o novo dispositivo de monitoramento pode ajudar as pessoas a medirem, discretamente, a quantidade de álcool que está sendo ingerida.

A tecnologia, que foi desenvolvida por engenheiros da Universidade da Califórnia, em San Diego, se trata de um pequeno wearable que fica diretamente sobre a pele, por conta disso é comparável a uma tatuagem temporária.

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Review: processador AMD Ryzen 7 2700X – The Hardware Show [video]

Conheça o novo processador top de linha da AMD que promete mais desempenho em tarefas multithread e jogos

Mais de um ano se passou após a chegada das primeiras CPUs Ryzen e, após tantos rumores, finalmente pudemos colocar nossas mãos nos processadores AMD com a arquitetura Zen+.

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Desative os anúncios de Facebook que têm base no seu comportamento online

Veja esta e mais duas escolhas importantes que você pode fazer com relação às configurações de anúncios na rede social

Em meio à polêmica sobre o uso de dados de usuários no Facebook, Mark Zuckerberg alegou que as pessoas não gostam de ser apresentadas com propagandas desalinhadas ao seu comportamento online. Mas, para quem não está tão confortável assim em ter o Facebook oferecendo produtos ligados a suas pesquisas e seus interesses, é possível desativar essa função.

O número de anúncios não diminuirá ao fazer as configurações listadas abaixo. Ainda assim, é uma alternativa a quem acha isso um tanto invasivo, considerando que a rede também pode usar o comportamento online para determinar propagandas exibidas para os amigos do usuário. Saiba os passos para desativar os ads baseados em interesses (pelo Android).

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Mão aberta! Segundo dados, compras de aplicativos estão crescendo

Dentre os números analisados pela Sensor Tower, estão incluídas apenas compras feitas por meio do sistema do próprio App Store

Segundo um novo relatório da Sensor Tower – startup que oferece serviços para desenvolvedores que desejam aumentar os downloads de aplicativos por meio da otimização de lojas de apps –, divulgado nesta semana, as compras de aplicativos continuam populares entre os usuários e desenvolvedores de smartphones. Segundo a análise, os usuários do iPhone gastaram 23% a mais em compras de aplicativos em 2017 em relação ao ano anterior.

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Como ajustar o seu celular para viagens e aproveitar o melhor possível

Vai viajar? Antes, confira as nossas dicas para configurar o seu celular e deixá-lo prontinho para a aventura

Você está planejando aquela viagem incrível, certo? Já pensou em quase tudo, escolheu a mala, as roupas, preparou os documentos e só está esperando a hora de cruzar o portão de embarque. Tudo bem desenhado; será que ainda falta alguma coisa?

A gente só se lembra de determinados detalhes quando precisa deles, e isso pode ser frustrante quando é algo que faria toda a diferença se tivesse sido previsto.

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Usuários de lentes de contato não precisam mais sofrer com a luz do sol

A Johnson & Johnson criou lentes que escurecem sozinhas com a luz

Se você enxerga bem, sabe como é simples sair em um dia de sol: basta colocar óculos escuros e pronto, seus olhos estarão confortáveis e protegidos. Mas e no caso das pessoas que possuem algum problema na visão e precisam usar óculos? Bom, continua sendo razoavelmente simples, uma vez que há lentes no mercado que são sensíveis à luz e escurecem sozinhas quando a pessoa tem contato com a luz ultravioleta. No meio disso tudo, ainda há quem use lentes de contato. Será que há alguma tecnologia que traga mais conforto para os usuários dessas lentes em dias de sol?

Johnson & Johnson realizou uma parceria com a empresa Transitions justamente para criar lentes de contato que tivessem o mesmo efeito das lentes de vidro, ou seja, que escurecessem sozinhas em dias de sol. Segundo explicaram, eles estavam tentando adaptar essa tecnologia há mais de 10 anos, e depois de várias tentativas e experimentos com milhares de pacientes, os resultados finalmente foram satisfatórios. 

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Milhões de internautas baixam falso bloqueador de anúncios


Segundo um relatório da Adguard, 20 milhões de internautas baixaram bloqueadores de anúncios ilegítimos que estavam listados na Chrome Web Store, o repositório oficial de extensões do navegador Google Chrome. Todas as extensões foram removidas pelo Google após a publicação do relatório.As duas extensões com mais downloads eram a AdRemover for Google Chrome, instalada 10 milhões de vezes, e a uBlock Plus, que teve 8 milhões de downloads. "AdBlock Pro", "HD for YouTube" e "Webtutation" somavam outros 2,5 milhões de downloads. Quem ainda possui as extensões está aconselhado a desinstalá-las.Extensões maliciosas na Chrome Web Store identificadas pela Adguard. Extensões já foram removias da página. (Foto: Adguard)As extensões espionavam a navegação das vítimas, verificando se o site visitado fazia parte de uma lista pré-configurada pela extensão. Em caso positivo, determinadas informações sobre a navegação eram enviadas ao servidor dos golpistas. Um dos sites monitorados era o próprio Google.com. O processo de espionagem ocorria em um código adicional ofuscado ("embaralhado"), de forma a propositadamente dificultar a análise do comportamento da extensão. Isso deve ter contribuído para que o Google não detectasse o intuito malicioso do código.O Google, que tem o dever de filtrar as extensões do Chrome, vem tendo dificuldades para realizar a tarefa. Em janeiro, o analista de vírus Pieter Arntz da Malwarebytes divulgou que o Google demorou 19 dias para remover da Web Store as extensões fraudulentas com mais de 500 mil downloads que ele havia denunciado.A situação na Web Store contrasta com o atual cenário na Play Store, o repositório de aplicativos do Android, onde pouquíssimos aplicativos falsos conseguem mais de centenas de downloads.SAIBA MAISComo as extensões se tornaram o ponto fraco do ChromeAndroid bloqueia 10 milhões de vírus instalados 'off-line' em 3 mesesDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Sob pressão, Elon Musk nega crise e promete lucro da Tesla já para 2018

Cofundador da Tesla perde a paciência e rebate manchete da The Economist no Twitter: empresa não está à beira da insolvência, não precisa de financiamento externo e deve lucrar ainda em 2018

Elon Musk teve a paciência testada na última semana. O empreendedor se irritou com uma manchete da The Economist que alardeava a quase insolvência financeira da Tesla, da qual é cofundador, e recorreu ao Twitter para rebater a informação, ocasião em que afirmou que a empresa deve encontrar a lucratividade ainda entre o terceiro e o quarto trimestres de 2018.

Segundo a The Economist, a Tesla estaria à beira da falência e dependeria de um financiamento de 2,5 a 3 bilhões de dólares para seguir operando. Musk afirmou que a empresa não precisa de financiamento externo e aproveitou para alfinetar a publicação: “A The Economist costumava ser chata, mas tinha um quê de inteligência em suas análises. Agora é apenas chata”, twittou.

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