Depois de erro, Google desativa partes de recurso de fact-checking

A ferramenta desenvolvida em 2016 tinha por objetivo ser muito útil, mas os erros e as polêmicas o tornaram descartável

Em 2016, a Google criou uma ferramenta bem útil em meio à polêmica das notícias enganosas circulando na internet, já que boa parte do contexto político conturbado das eleições dos EUA começou a levantar suspeitas sobre a veracidade das notícias que estavam na web. Para ajudar a mostrar quais eram reais e quais não tinham tanta verdade assim, a empresa elaborou um algoritmo para a checagem de fatos – ou, como é mais comum dizer, o fact-checking. 

Como você notou, a checagem de fatos já estava disponível há algum tempo, mas recentemente houve um erro que fez com que a empresa suspendesse um dos recursos utilizados na hora de verificar as notícias: uma matéria a respeito da equipe de investigações do Conselho Especial dos Estados Unidos, chefiada por Robert Mueller, foi classificada como falsa. E pior: o algoritmo ainda atribuiu o conteúdo ao The Washington Post, um veículo completamente diferente do original. 

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