Bem Estar fala sobre febre amarela e malária

Na véspera do Dia Mundial da Saúde, o Bem Estar falou das doenças do passado e as doenças do futuro. Bem Estar - Edição de sexta-feira, 06/04/2018 Uma ameaça que está no ar: mosquitos que transmitem doenças esquecidas, como febre amarela e malária. Eles estão cada dia mais próximos das áreas urbanas. Na véspera do Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 7 de abril, o Bem Estar falou das doenças do passado e as doenças do futuro. Participaram do programa o infectologista e consultor Caio Rosenthal e o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família Thiago Trindade. A febre amarela já é considerada uma ameaça para as áreas urbanas. Entretanto, muita gente ainda tem medo de tomar a vacina. De julho do ano passado até março desde ano, mais de 300 pessoas morreram por causa da doença. Devo me vacinar agora contra a febre amarela? Veja o que recomendam as autoridades Cidade acreana é responsável por mais de 10% dos casos de malária no país Malária No Juruá, interior do Acre, fica uma região recordista em casos de malária no país. Só no ano passado, mais de 20 mil pessoas ficaram doentes. Algumas contraíram a doença até mais de uma vez. Em 2018 já são mais de quatro mil casos diagnosticados. A doença pode ter complicações principalmente em grupos especiais, como diabéticos, hipertensos, cardiopatas. A malária é transmitida pelo mosquito Anopheles. Os principais sintomas são: dor de cabeça e no corpo, calafrios, tremores intensos, febre alta, náusea e vômitos. Não existe vacina para combater a doença. Prevenir é a única forma de se livrar. O Ministério da Saúde indica o uso de repelentes, mosquiteiros e borrifação. População ainda tem medo da vacina contra febra amarela Pesquisadores estudam infecções causadas pelo vírus da Zika em gestantes e recém-nascidos Fernando Rocha é desafiado para uma dança diferente

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