Nos EUA, escolas desistem de proibir o uso de smartphones em sala de aula

Casos de violência em escolas norte-americanas têm feito pais de alunos pressionarem instituições pelo fim das regras que proíbem os estudantes de levarem smartphones para a sala de aula

Proibir o uso de smartphones em sala é um hábito cada vez menos comum nas escolas norte-americanas – e não por demanda dos estudantes, mas dos pais. É o que revelam os resultados de uma pesquisa do National Center for Education Statistics, dos Estados Unidos. De acordo com o órgão, o índice de escolas públicas daquele país que proíbem o uso de aparelhos eletrônicos em suas instalações caiu de 91% para 66% entre 2009 e 2016.

Quem pensa que a mudança na postura dos educadores tem a ver com alguma flexibilidade na aceitação do uso de redes sociais pelos alunos, porém, engana-se. A demanda, na verdade, é dos pais, que querem garantir a possibilidade de comunicação com os filhos a qualquer momento.

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