O 'não IPO' do Spotify pode mudar a relação startups x Wall Street

Sem nunca ter lucro, o aplicativo musical apostou em uma oferta inicial de ações nada comum. Por enquanto, está dando muito certo!

Chegou o grande dia: o Spotify tem suas ações na famosa bolsa de valores de Nova York (NYSE). Ao contrário da maioria das startups, a empresa sueca preferiu fazer uma listagem direta e não a oferta inicial de ações (o popular IPO). Com um valor de ações médio de USD 165 (25% a mais do que o esperado), a plataforma de streaming atinge um valor de mercado de USD 30 bilhões. Mas, o que isso significa tanto para a plataforma de streaming de música quanto para o mercado?

A primeira coisa que precisamos saber é como funciona um IPO. A abertura inicial de ações é a primeira vez que os acionistas da companhia abrem a possibilidade do mercado comprar parte da empresa. Nesse momento, a companhia entrega uma papelada imensa sobre seu negócio e precisa da validação de dois órgãos externos (bancos) muito rígidos. Ou seja, rola um verdadeiro "pente fino" no funcionamento da empresa e sua saúde financeira. Ao final do processo, a companhia ganha o "ok" para a venda de ações. Nem preciso dizer que isso custa muito dinheiro (e algumas noites de sono).

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