Sistema criado por brasileiro 'traduz' pensamentos de paciente em coma
É difícil traduzir em palavras a dor de famílias que possuem algum ente querido em estado de coma (sem contar, é claro, o sofrimento de quem se encontra nessa situação). Para tentar amenizar um pouco a falta de comunicação entre o enfermo e as pessoas ao seu redor, incluindo seus médicos, um brasileiro com apenas 20 anos de idade vem trabalhando com afinco – e sucesso – em um sistema que, ao ser ligado ao cérebro do paciente, poderia “traduzir” seus pensamentos enquanto nessa condição incapacitante.
Luiz Fernando da Silva Borges está longe do padrão de cientista brasileiro, que geralmente habita alguma grande capital do país e tem à sua disposição algum laboratório avançado ou espaço de trabalho em alguma universidade: o jovem criou seu protótipo leitor de mentes no quarto de sua casa na cidade de Aquidauana, no interior do Mato Grosso do Sul.







