Velocidade de expansão do universo é medida a partir de colisão estelar
Em meados de 2017, a comunidade científica se reuniu para observar a colisão entre duas estrelas de nêutrons, que consistem nos menores e mais densos astros que existem no universo (até onde se tem notícia, pelo menos) e se formam antes de estrelas massivas, com massas entre 10 e 29 vezes maiores que a do Sol, entrarem em colapso. Sendo assim, o choque entre elas é um dos eventos mais explosivos do cosmos.
Foi graças a outra trombada como essa, pouco tempo antes, que a existência das ondas gravitacionais (ondulações no tecido espaço-tempo previstas por Albert Einstein em sua Teoria da Relatividade Geral) foi finalmente confirmada. Sendo assim, quando surgiu a oportunidade de assistir a uma colisão de estrelas de nêutrons, os cientistas se prepararam para realizar todo tipo de observação. E, na ocasião, astrônomos conseguiram conduzir uma medição bastante importante.







