Nova técnica permite que metais se “regenerem” como ossos humanos
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, desenvolveram uma nova técnica que permite que metais porosos – como é o caso das espumas metálicas, cuja estrutura interna lembra a dos ossos humanos – possam se “regenerar” sem a necessidade do uso de soldas ou maçaricos. A novidade pode representar um grande avanço para as engenharias, especialmente a mecânica, e essa propriedade autorreparadora poderá ser de grande utilidade no conserto das mais variadas peças e itens metálicos, como braços robóticos, partes automotivas e componentes de bases e estações espaciais, para mencionar alguns usos potenciais.
Atualmente, quando uma peça de metal se rompe, a opção disponível consiste em aplicar calor sobre as regiões avariadas, normalmente através do uso de soldas e maçaricos que expõem os componentes a temperaturas que podem chegar até os 3 mil graus Célsius. O problema é que existem situações em que essa prática não é recomendada, como, por exemplo, no caso das espumas metálicas, uma classe de material leve e super-resistente que combina as qualidades físicas, químicas e mecânicas dos metais com as vantagens estruturais da espuma. Veja:







