Transistores de fios de linho prometem revolucionar eletrônicos flexíveis
Pesquisadores da Universidade Tufts, nos EUA, desenvolveram um tipo de transistor que tem potencial para tornar dispositivos eletrônicos completamente flexíveis. A novidade, ademais, pode ser entrelaçada para produzir tecidos ou ser incorporada a eles, podendo ser usados sobre a pele, ou até implantados em órgãos e estruturas do corpo humano para o monitoramento de doenças e realização de diagnósticos, além de apresentar outras possíveis aplicações.
Os transistores consistem em fios de linho revestidos com nanotubos de carbono que, depois, são envoltos em um gel eletrolítico que confere à linha alta maleabilidade e liberdade de movimentos sem que ocorra interferência em sua funcionalidade. Mais especificamente, os nanotubos fazem com que as linhas se tornem semicondutoras, e o sistema funciona com a inclusão de 2 fios de ouro finíssimos (que atuam como “positivo” e “negativo” do circuito) e um terceiro com função de aterramento.







