Privacidade zero: até Donald Trump pode ser facilmente rastreado

Nesta quinta-feira (19), o New York Times publicou sobre um banco de dados de localização que contém mais de 50 bilhões de pings, provenientes de mais de 12 milhões de smartphones de cidadãos americanos. Os dados foram gerados de forma aleatória, e compreendem alguns meses entre os anos 2016 e 2017. Agora, o NYT quer demonstrar como é fácil rastrear qualquer pessoa, dentre as que fazem parte do banco de dados analisado, incluindo o presidente dos Estados Unidos.

O primeiro ping de localização (ponto verde) foi detectado às 7:10 da manhã, no entorno do clube Mar-a-Lago, que pertence a Trump, em Palm Beach, onde ele já havia chegado há mais ou menos uma hora.

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