Como galáxias decadentes podem nos ajudar a entender a Via Láctea
Você sabe o que difere uma galáxia ativa de uma que está à beira da morte? Pois é, essas gigantescas estruturas também possuem um ciclo de vida e, um dia, ao longo de bilhões de anos de existência, começam a desvanecer e morrem. Pois, observar como esse processo se dá pode ajudar os cientistas a compreenderem não só as diferentes etapas pelas quais as galáxias passam desde a sua formação até o seu fim, como permite que eles aprendam mais sobre a Via Láctea e possam prever o que ocorrerá com o nosso endereço galáctico em um futuro (tomara que) distante.
Segundo James Maynard, do site Medium, para determinar se uma galáxia já se encontra no de fim de seus dias, os astrônomos avaliam com qual ritmo a formação de novas estrelas acontece. Obviamente, se o nascimento de novos astros se dá de maneira bastante frequente, isso é sinal de que a galáxia em questão se encontra bem viva e ativa. Porém, se a produção de novas estrelas apresenta declínio, isso significa que a galáxia pode estar com um “pezinho na cova” – e quando o ela cessa e a única coisa que a galáxia abriga são estrelas mortas, ela basicamente se converte em um "cemitério cósmico".







