Brasil tem 37.840 mortes por Covid, aponta consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h)


Levantamento é feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O Brasil tem 37.840 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta terça-feira (9), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou na segunda-feira (8), às 20h, o primeiro balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, 7 estados (CE, MG, GO, PE, RR, SE e SP) divulgaram novos dados. Veja os dados atualizados às 13h desta terça-feira (9): 37.840 mortes 719.449 casos confirmados (Na segunda-feira, 8, às 20h, o balanço indicou: 37.312 mortes, 849 novas mortes em 24 horas; e 710.887 casos confirmados) Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e veículos de imprensa, elogiaram a iniciativa. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. Editoria de Arte/G1 Consulte o número de casos e mortes em sua cidade no Mapa do Coronavírus Das 20 cidades com maior mortalidade no Brasil, 12 estão no Amazonas e só quatro fora da Região Norte. No ranking, aparecem cinco capitais, nesta ordem: Belém (2°), Fortaleza (5°), Recife (7°), Manaus (15°) e Rio de Janeiro (16°). Ranking de 20 cidades com maior mortalidade por Covid-19 no Brasil Pauta G1 Taxa de ocupação de leitos de UTI Acre – 82,6% em todo o estado em 4/6 Alagoas – 79% em todo o estado 4/6 Amapá – 98,84% em todo o estado em 4/6 Amazonas – 70% em todo o estado em 3/6 Bahia – 71% em todo o estado em 5/6 Ceará – 76,30% em todo o estado em 8/6 Distrito Federal – 69,5% na rede privada e 42,24% na rede pública em 29/5 Espírito Santo - 85,14% em todo o estado em 4/6 Goiás - 46,6% dos leitos de gestão estadual, em todo o estado em 3/6 Maranhão –96,25% na Grande São Luís, 80,85% no interior e 85,2% em Imperatriz em 2/6 Mato Grosso – 37,6% em todo o estado em 4/6 Mato Grosso do Sul – 5,4% em todo o estado em 8/6 Minas Gerais – 71% em todo o estado em 8/6 Pará – 79% em todo o estado em 3/6 Paraíba – 67% em todo o estado em 5/6 Paraná – 40% em todo o estado em 4/6 Pernambuco – 98% em todo o estado em 3/6 Piauí - 61% em todo o estado em 24/5 Rio de Janeiro – 90% no SUS em todo o estado em 5/6 Rio Grande do Norte – 84% na rede pública e 71% na rede privada em 5/6 Rio Grande do Sul – 71,9% em todo o estado em 5/6 Rondônia – 77,9% em todo o estado em 3/6 Santa Catarina – 61,7% do sistema público em todo o estado em 3/6 São Paulo – 71% em todo o estado em 5/6 Sergipe – 68,3% na rede pública e 85% na rede privada em todo o estado em 4/6 Tocantins – 60% dos leitos ocupados em 3/6 Roraima não divulga a lotação dos leitos de UTI do estado. Testes feitos pelos estados Número de testes de coronavírus feitos pelos estados Rio de Janeiro não divulga o número de testes. Pacientes recuperados Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados Dados do Ministério da Saúde O Ministério da Saúde também divulgou dados nesta segunda-feira (8). Segundo a pasta, houve 679 novos óbitos e 15.654 novos casos, somando 37.134 mortes e 707.412 casos desde o começo da pandemia. Ou seja, um número inferior ao divulgado pelo consórcio. A divulgação, porém, ocorreu horas antes. A parceria entre os veículos de comunicação foi feita justamente em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificulta ou inviabiliza a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Initial plugin text

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