Irã é acusado de operação hacker que invade WhatsApp e Telegram
Um grupo de cibercriminosos sediados no Irã mantém uma operação de alta complexidade e sofisticação em andamento há seis anos, capaz até mesmo de burlar esquemas de privacidade estabelecidos por mensageiros populares. Essa é a conclusão de um estudo da empresa de segurança digital Check Point, em parceria com a organização Miaan Group.
De acordo com o jornal The New York Times, os invasores eram capazes de invadir celulares com Android, computadores e até mesmo obter acesso aos mensageiros WhatsApp e Telegram, bastante populares no país. Os alvos seriam membros de grupos opositores ao governo iraniano que residem nos Estados Unidos e na Europa, além de responsáveis por organizarem protestos no país. A ligação com o governo local não foi confirmada, mas há indícios de que as atividades seriam encomendadas.







