Plástico: quimera enzimática pode ser a resposta para a reciclagem

Em 2018, cientistas dos dois lados do Atlântico reprojetaram uma enzima para que ela se alimentasse mais rapidamente de plástico. Agora, a mesma equipe combinou a PETase com a MHETase para acelerar ainda mais o processo de decomposição do termoplástico tereftalato de polietileno, o popular PET que hoje está presente no planeta inteiro, das prateleiras dos supermercado ao estômago de aves marinhas.

A PETase decompõe molecularmente o PET, tornando possível reciclá-lo indefinidamente. A pesquisa, publicada no Proceedings of National Academy of Sciences, usou a mesma bactéria que há 2 anos.

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