Startup de SP é acusada de promover racismo em dinâmica de grupo

"Na última terça passei pelo pior processo seletivo da MINHA VIDA. Vou deixar registrado aqui tudo que passei e como essa recusa me deixou extremamente feliz de NÃO fazer parte dessa empresa que não deveria sequer existir." Assim começa o relato de Otávio Salles, de São Paulo, que acusa a startup de tecnologia Carupi, especializada na venda de carros usados, de promover racismo durante um processo seletivo por videochamada.

"No fim, nos foi dito que aconteceria uma dinâmica e que seríamos divididos em dois grupos. Um debate foi proposto: um grupo seria a favor e outro seria contra o tema oferecido. O tema? Cota racial. Eu? Time contra. É. Vai vendo...", complementa o profissional, destacando que as discussões se tornaram acaloradas durante a avaliação.

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