Algoritmo do Twitter carrega diversos preconceitos, revelam cientistas
Cientistas revelaram em concurso promovido pelo Twitter nesse fim de semana que o algoritmo de corte de imagens da rede social não apenas prioriza pessoas de pele branca, prejudicando as de pele preta, mas que possui diversos preconceitos, também, em relação a vários outros grupos.
Dentre os exemplos que citaram estão islâmicos, por causa das vestimentas que cobrem suas cabeças; com deficiência, especialmente indivíduos que utilizem cadeiras de rodas; e de idade mais avançada, com cabelo branco ou grisalho.







