Dying Light no Switch é (quase) um milagre portátil

Lançado em janeiro de 2015 no PS4, Xbox One e PC, Dying Light, originalmente previsto também para PS3 e Xbox 360, foi honesto em sua mensagem: a Techland, estúdio polonês que buscou nesse jogo a redenção por Dead Island, disse que só o lançaria às plataformas da geração vigente na época, isto é, PS4 e Xbox One, em prol de entregar a experiência do “jeito certo”.

Inserido num contexto em que os mortos-vivos saturavam o mercado de entretenimento com inúmeras abordagens, já num período em que todos nós havíamos amadurecido o fenômeno The Walking Dead, Dying Light representou um novo alvorecer aos zumbis graças a um mundo aberto consistente, vivo, de exímia competência no ciclo dinâmico de noite/dia e o molho da casa: o parkour, componente fundamental do gameplay e da mobilidade do personagem pelo mundo.

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