Futebol: Zagueiros têm risco maior de desenvolver demência, diz estudo

Um estudo publicado recentemente na revista científica JAMA Neurology aborda uma área ainda pouco estudada: o risco de doenças neurodegenerativas em ex-jogadores de futebol profissional. Citando uma frase de Pelé, cientistas da Universidade de Glasgow, na Escócia pesquisaram “o lado feio do jogo bonito”, e concluíram que a prevalência do risco depende da posição do atleta em campo.

Nesse sentido, os zagueiros, que possivelmente são os jogadores que mais cabeceiam a bola, apresentam um risco cinco vezes maior de desenvolver demência do que os atacantes e os goleiros. Além disso, o estudo afirma que, independentemente da posição em que atuam em campo, jogadores profissionais em atividade por mais de 15 anos apresentam um risco maior de doenças como Parkinson e Alzheimer do que a população em geral.

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