Succession: por que a série da HBO é tão boa? (crítica)

Se você não habita em Marte, dificilmente escapou de acompanhar o buzz em torno de uma série dramática chamada Succession, da HBO e HBO Max. Aparentemente, muita gente ao redor do planeta está mergulhada na história da família Roy, e celebrou o fato de que a série, que está iniciando sua terceira temporada, já foi renovada para uma quarta. Por isso, proponho aqui tentar esmiuçar os meandros desse fenômeno: afinal, por que gostamos tanto de Succession, apesar de ser uma trama absolutamente incômoda e repleta de personagens desagradáveis?

É claro que há várias camadas para essa resposta, o que já nos traz pistas em torno de todo esse sucesso. A série da HBO, quando olhada em sua superfície, parece fácil de ser explicada: é uma saga familiar em que pessoas ridiculamente ricas (os Roy, donos do quinto maior conglomerado de mídia do mundo, a Waystar Royco) tentam lidar uns com os outros. O mote que impulsiona a trama, como o próprio nome da série sugere, é a sucessão do império – Logan Roy, o patriarca, completa 80 anos no primeiro episódio, e paira no ar a tensão sobre qual dos filhos irá substitui-lo na presidência da empresa.

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