iOS 11.4 traz novidades para HomePod, AirPlay 2 e Messages; veja o que muda

Atualização facilita integração do ecossistema de entretenimento e sincronização das conversas em múltiplos dispositivos

Apple liberou nesta terça-feira (29) a atualização iOS 11.4, a última antes do lançamento de seu novo sistema operacional móvel, o iOS 12, que deve estrear na próxima semana durante a conferência para desenvolvedores WWDC 2018. As novidades trazem integração entre mais de um HomePod e melhorias para o AirPlay 2, além da sincronia e armazenamento do Messages com a nuvem iCloud.

HomePods agora “conversam entre si” e podem distribuir som estéreo em diferentes pontos de um ambiente

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Como o uso de maconha medicinal tem crescido no Brasil


O país importou 78 mil unidades de produtos à base da Cannabis nos últimos três anos. Plantação de maconha medicinal em Israel. Baz Ratner/Reuters A maconha medicinal já é uma realidade no Brasil: mais de 78 mil unidades de produtos à base da planta foram importados pelo país desde que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou o uso terapêutico de canabidiol em janeiro de 2015. O canabidiol (CBD), um dos principais elementos ativos da maconha, até então estava na lista de substâncias proibidas pela agência reguladora. Com o desenvolvimento de pesquisas sobre seu uso para tratamento dos sintomas de diversas doenças, a Anvisa reconheceu o potencial para tratamentos e colocou o composto na lista de substâncias controladas, abrindo caminho para sua importação e para que laboratórios aprofundassem os estudos sobre o tema. O CBD normalmente é vendido em forma de um óleo extraído da planta da maconha, a Cannabis, por meio de um processo artenasanal. Também é possível comprá-lo com um nível maior de processamento, mas medicamentos específicos precisam de autorização individual da Anvisa. O primeiro a ser aprovado foi o Mevatyl, um spray produzido na Grã-Bretanha pela GW Pharma. Ele pode ser indicado para tratamento de contração muscular ligada a esclerose múltipla. Desde 2015, os produtos derivados da maconha foram prescritos por mais 800 médicos brasileiros. Cada paciente também precisa solicitar liberação à Anvisa para adquirir o medicamento. Hoje, 4.617 pessoas já têm autorização para importar para uso próprio. Os dados são da própria Anvisa e foram obtidos via Lei de Acesso à Informação pela Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD), uma rede de diversas organizações não-governamentais que discute a questão das drogas. Fazem parte da rede entidades como o grupo do Programa de Álcool e Drogas da Fundação Oswaldo Cruz, a Associação Juízes pela Democracia, a Conectas Direitos Humanos, o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, o Instituto de Defesa do Direito de Defesa e a Pastoral Carcerária, entre outros. Demanda "O número de importações mostra que já existe uma grande mercado para maconha medicinal no Brasil", afirma Gabriel Elias, o coordenador de Relações Institucionais da PBPD. O preço mínimo de cada um dos produtos é cerca de US$ 70 (R$ 250), sem contar as taxas de transporte e importação. Produtos com maior processamento são ainda mais caros – o Mevatyl sai por R$ 2.896 reais (uma caixa contendo três frascos de 10 ml). "Isso dá um mercado de milhões de dólares que poderiam estar indo pra indústria brasileira", afirma Elias. A PBPD defende que regular a produção da substância no Brasil traria outras vantagens, como baratear e facilitar o acesso de pacientes que precisam do princípio ativo e permitir a regulação da qualidade dos produtos. A maioria dos derivados de maconha importados pelo Brasil não tem indicação, por exemplo, da concentração de canabidiol ou de THC (outra substância presente na planta e responsável pelos efeitos psicotrópicos). Eles são comprados principalmente dos EUA, mas também de países como Canadá e Holanda. Maconha com fins medicinais: Brasil já faz uso. https://ift.tt/2qmrO4Z Muitas etapas O processo para conseguir o produto não é simples - é preciso obter uma receita especial com o médico e passar por diversas etapas de autorização da Anvisa para a importação. Com a liberação em mãos, é possível comprar os produtos em sites internacionais e encaminhar a permissão de entrada para a Receita Federal. Para Margarete Brito, da Associação de Apoio à Pesquisa e a Pacientes de Cannabis (Apepi), o acesso ainda é muito difícil, tanto pelo preço quanto pelos entraves burocráticos. "Muitas famílias não conseguem importar e muitas vezes acabam comprando dentro de um mercado ilegal", diz ela. "Muitos médicos nem prescrevem porque sabem que o paciente não vai conseguir comprar o medicamento." O alto preço do tratamento pode onerar inclusive os cofres públicos. Diversos pacientes já foram à Justiça pedir para que o SUS (Sistema Único de Saúde) banque o tratamento - foram 46 casos só em 2016, segundo o Ministério da Saúde. Os derivados de maconha para tratamentos de saúde costumam ser feitos a partir do óleo extraído da planta através de um processo simples, que é possível de ser feito em casa. Brito é uma das poucas pessoas que têm autorização da Justiça para cultivar cannabis em casa, já que seu filho, que tem epilepsia, recebeu prescrição para o tratamento com os derivados da maconha. Há cerca de 20 pessoas que conseguiram habeas corpus preventivos no Brasil para cultivar a planta para fins medicinais - mas elas não podem compartilhar nem vender. Eles foram concedidos para casos de epilepsia, câncer e Mal de Parkinson. O diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, já disse ter interesse em regular o cultivo da Cannabis no Brasil para uso em pesquisas até o fim deste ano. Neste ano, a agência liberou o preenchimento dos formulários por e-mail para facilitar a importação. Uso ou abuso Os produtos derivados da maconha são usados para tratar sintomas de diversas doenças. Estudos já mostraram que eles reduzem convulsões em pacientes com epilepsia, por exemplo. O tratamento é indicado em casos de pessoas que não responderam a outros tratamentos. Produtos derivados da maconha também são receitados a pacientes de câncer para diminuir a dor provocada pela doença e aumentar o apetite de quem sofre de aids ou faz quimioterapia. Os efeitos podem variar bastante de paciente para paciente. Se, por um lado, pesquisas revelaram os efeitos benéficos de derivados da planta, do outro, foram apontados riscos no uso recreativo da droga. Segundo o Ministério da Saúde, fumar maconha frequentemente pode prejudicar a memória, irritar o sistema respiratório e aumentar as possibilidades de desenvolver câncer de pulmão, entre outros.

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Uber adiciona 'Botão do Pânico' nos Estados Unidos

Por outro lado, a Uber também comentou que vai adicionar um botão de emergência para motoristas em breve

A Uber vem investindo pesado em marketing e segurança. Agora, usuários do aplicativo nos Estados Unidos poderão utilizar um "botão do pânico" caso algo dê errado durante uma viagem.

Presente no tópico "centro de segurança" no menu, o botão de emergência dispara alertas para as autoridades e contatos pré-selecionados. Contudo, para ligar para a polícia, é necessário um segundo clique confirmando o contato.

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Manifestações podem ser previstas por inteligência artificial no Twitter

Protestos que acabam em confrontos violentos geralmente são precedidos por mudanças no conteúdo de postagens no Twitter e um sistema de IA pode conseguir compreender isso com antecedência

tecnologia de inteligência artificial tem um grande potencial positivo, mas também deixa muita gente preocupada com questões como privacidade e segurança, tendo como um dos maiores críticos ninguém menos que Elon Musk, a mente por trás da Tesla e da SpaceX. Recursos de IA capazes de identificar pessoas por imagens ou na internet podem ser usados para o controle popular e isso é um grave golpe nas liberdades individuais.

As redes sociais, por sua vez, têm funcionado como ótimas ferramentas para reunir pessoas em torno de causas e, muitas vezes, servem para organizar manifestações e protestos de diversas naturezas. Quando inteligência artificial e redes sociais se misturam com alguma intenção por trás disso, o resultado pode ser preocupante.

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Cientistas criam pele metálica capaz de 'se curar' sozinha

Composto elástico pode recriar conexões elétricas para continuar funcionando após sofrer algum dano

Se um futuro repleto de robôs inteligentes não parece sombrio o suficiente, imagine robôs inteligentes e com uma “pele” capaz de se curar sozinha. Essa “pele” já existe e foi criada por pesquisadores da Universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, e pode ser futuramente aplicada em robôs, máquinas e circuitos variados.

O processo de “cura” dessas placas metálicas se dá de forma semelhante a tecidos biológicos que se recompõem reconectando células. Elas não se autoconstroem após serem partidas, mas contam com mecanismos para que os circuitos se religuem após um ferimento a fim de manter tudo funcionando.

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Tesla adia lançamento internacional do Model 3 para o ano que vem

Estratégia da companhia é aproveitar os créditos fiscais federais para montagem até o final do ano

A Tesla deve demorar um pouco mais para entregar todas versões internacionais dos Model 3, um sedã mais acessível na sua linha de carros elétricos. A meta inicial era o segundo semestre deste ano e agora a remessa das primeiras unidades “globais”, em especial para a Ásia e Europa, devem ficar para os primeiros meses de 2019, com a variante de direção do lado direito para o Reino Unido somente para o segundo semestre da próxima temporada.

A produção começou em julho de 2017, contudo, vários problemas retardaram a fabricação e somente agora a companhia de Elon Musk vem conseguindo alcançar o ritmo de 5 mil carros por semana. A justificativa para a demora com as encomendas internacionais se dá pelo fato da empresa estar tentando cumprir o que prometeu no mercado doméstico antes de atravessar os mares e levar versões diferentes — como a do Reino Unido. Mas não é somente isso.

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Facebook sairá do ar do por um mês na Papua-Nova Guiné

De acordo com o primeiro ministro, o banimento do Facebook é permitido por meio da Lei de Crimes Cibernéticos

Os internautas de Papua-Nova Guiné, na Oceania, não poderão acessar o Facebook por um mês. Segundo Sam Basil, ministro de comunicações do país, a rede social foi banida por quatro semanas para as autoridades conseguirem identificar perfis falsos.

"Esse tempo permitirá que as informações sejam coletadas para identificar usuários que se escondem atrás de contas falsas, usuários que enviam imagens pornográficas, usuários que postam informações falsas e enganosas no Facebook para serem filtradas e removidas", disse Basil.

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Coca-Cola tem disco rígido com dados de 8 mil funcionários roubado

Empresa pediu desculpas para os trabalhadores afetados

A Coca-Cola avisou, através de um documento distribuído internamente, que um disco rígido com dados pessoais de 8 mil funcionários foi roubado por alguém que costumava trabalhar na empresa. O caso foi descoberto em setembro do ano passado, mas a companhia não falou sobre o ocorrido na época a pedido das autoridades que estavam investigando a situação.

No informe, a Coca-Cola pede desculpas pela falha de segurança e afirma que vai oferecer gratuitamente um serviço de monitoramento de identidade por um ano. “Nós levamos muito a sério a proteção e o uso adequado das suas informações e estamos profundamente arrependidos que isso tenha acontecido”, diz o comunicado. Uma cópia dele pode ser vista abaixo.

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Coca-Cola tem disco rígido com dados de 8 mil funcionários roubado

Empresa pediu desculpas para os trabalhadores afetados

A Coca-Cola avisou, através de um documento distribuído internamente, que um disco rígido com dados pessoais de 8 mil funcionários foi roubado por alguém que costumava trabalhar na empresa. O caso foi descoberto em setembro do ano passado, mas a companhia não falou sobre o ocorrido na época a pedido das autoridades que estavam investigando a situação.

No informe, a Coca-Cola pede desculpas pela falha de segurança e afirma que vai oferecer gratuitamente um serviço de monitoramento de identidade por um ano. “Nós levamos muito a sério a proteção e o uso adequado das suas informações e estamos profundamente arrependidos que isso tenha acontecido”, diz o comunicado. Uma cópia dele pode ser vista abaixo.

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Hospitais privados acionam comitês para lidar com paralisação; maioria diz que medidas são preventivas


Hospitais fretam avião e contratam veículos a gás para buscar insumos. Avaliação de estoque é feita atentamente e alguns trabalham com planos de contingenciamento como prevenção. Instituições contatadas pelo G1 estão garantindo atendimento.  Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, contratou veículos a gás para buscar materiais Divulgação Alguns dos hospitais que assinalaram para a possibilidade do atendimento não ser garantido a partir de segunda-feira (28) relataram continuidade no atendimento, mesmo com a falta de combustível. Alguns estão acompanhando a situação; outros acionaram planos de contigenciamento -- com acompanhamento atento de estoque e priorização de emergências. Há os que chegaram a fretar avião, fazer compras emergenciais e contratar veículos particulares a gás para a compra de materiais. As instituições informam que reuniões são feitas diariamente e comitês foram acionados para uma eventual crise mais grave de abastecimento. O G1 conversou com alguns hospitais em São Paulo, Brasília, Bahia, Porto Alegre e Rio de Janeiro para avaliar como as instituições estão lidando com esse momento. O A.C. Camargo Cancer Center, referência para o tratamento do câncer em São Paulo, informa que as reuniões diárias do comitê gestor feitas no hospital passaram a incluir uma avaliação atenta de potenciais efeitos da paralisação. O hospital diz ainda que há reservas consideráveis de medicamentos e de materiais e que o estoque é suficiente para toda essa semana. Sobre o acesso de pacientes à instituição, o hospital informa que as estações de metrô têm contribuído para o acesso. Já o Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro, acionou um comitê de crise para lidar com um possível desabastecimento e a orientação foi o de privilegiar atendimentos de emergência e urgência. A instituição informa que não chegou a faltar insumos propriamente, e que a decisão foi mais uma precaução: "estamos preservando os recursos disponíveis para situações de maior gravidade", informaram. Em Porto Alegre, o Hospital Moinhos de Vento está atuando com plano de contigenciamento -- com um olhar mais atentando sobre os materiais utilizados. A instituição informa que os atendimentos ambulatoriais, consultórios, prontoatendimentos e cirurgias estão mantidos. O hospital reforça, no entanto, "a expectativa e a necessidade de retomada da livre circulação e abastecimento no estado e no país" -- Hospital Moinhos de Vento (Porto Alegre). O Hospital Infantil Sabará, referência no atendimento infantil em São Paulo, diz que tem uma equipe formada por lideranças para a avaliação de qualquer situação que saia da normalidade. "Nessa semana, devido à greve, o comitê tem se reunido diariamente", disse a instituiçao em nota. "Temos reservas técnicas para três dias em termos gerais. O abastecimento está sendo regularizado lentamente e contratamos transporte particular a gás para buscar medicamentos e materiais hospitalares" -- Hospital Infantil Sabará (São Paulo) A instituição informa ainda que quando a fábrica ou distribuidora está localizada em outro estado, o transporte de alguns medicamentos ocorre por via aérea (comercial) e a retirada acontece no aeroporto com transporte próprio ou contratado. O hospital diz que não há problemas de absenteísmo de funcionários porque o acesso é feito pelo metrô. O Hospital de Brasília, no Distrito Federal, diz que também está trabalhando com plano de contigenciamento -- com atenção detalhada sobre todos os materiais utilizados. Reuniões são feitas diariamente e, por enquanto, todos os serviços estão mantidos, inclusive os transplantes. O hospital informa que, nessas reuniões, é feito todo o levantamento do material utilizado no hospital e esse dado é confrontado com as cirurgias marcadas e demandas de novos pacientes. "Chegamos a fretar um avião para buscar medicamentos. Gases medicinais como o oxigênio estão chegando, mas não o gás de cozinha, que parou na estrada. Fizemos compras emergenciais de medicamentos que antes vinham de outros estados em Brasília" -- Hospital de Brasília (DF). Já o Sírio-Libanês, em São Paulo, informa que diariamente o hospital analisa a situação e a paralisação foi levantada em reuniões -- o hospital informa, entretanto, que nenhuma medida específica foi tomada em relação à greve e que a situação está normalizada por enquanto. Em Salvador, o Hospital da Bahia diz que está trabalhando com uma margem de segurança em relação aos materiais, com uma análise atenta de todas as demandas. "Estamos trabalhando com todos os insumos necessários e contando com o apoio inestimável de nossos fornecedores", disseram. A instituição diz que comitês de avaliação estão em contato com os demais hospitais de Salvador para qualquer eventualidade. Manifestação de entidades Desde o começo da paralisação de caminhonheiros na quarta-feira (23), muitas entidades de saúde têm manifestado preocupações com a garantia do atendimento, com o medo de que começasse a faltar medicamentos. A Abrafarma (Associação Brasileira de Farmácias) divulgou que havia problemas de abastecimento com medicamentos. Outras entidades, como a Confederação Nacional de Saúde, levantou questões sobre equipamentos de laboratório que funcionam a Diesel. "Estamos preocupados com a situação do desabastecimento de insumos, de materiais hospitalares e, também, de mão-de-obra, ou seja, a presença física dos funcionários nos hospitais", disse Luiz Aramicy Pinto, presidente da Federação Brasileira de Hospitais, na sexta-feira (25).

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